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12
Out16

...

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Vi a tua mensagem e honestamente levei algum tempo a pensar se respondia ou não.
Da última vez jurei que nunca mais falaria contigo, fosse o que fosse.
Mas, numa última vez agora prometida, deixa me dizer-te:
Eu acho que levamos a maior parte da vida a conhecer as pessoas e outra metade a amá-las.
Quero acreditar que o grande objetivo é amar e ser amado na mesma proporção.
Quanto a ti ...bem, tu foste tudo o que eu pedia a Deus naquelas noites mais tristes e solitárias, no meio daqueles planos que todos fazemos antes de dormir e achamos que nunca vão dar certo.
Foste o mais certo e mais próximo de tudo o que eu escolhi para mim. De tudo o que eu pedia para um dia ser verdadeiro.
Mas, agora vendo bem, talvez o nosso tempo tenha sido o errado...
Amei todas as frases carinhosas, todas as demonstrações de carinho e todas as forças que me deste.
Guardei todos os momentos de presença e todas as palavras ditas. Mas, na maior parte das vezes, faltou a acção.
Ficaram tantas promessas no ar, tanta faltava de esforço e vontade, mesmo sabendo que gostávamos tanto um do outro.
Eras aquela metade que todas as pessoas falam.
Aquela metade que complementa, completa e transborda até a outra.
Contigo eu era eu, sem rodeios, sem formalismos, sem pontos ou vírgulas. Eu era tão eu e não tinha medo de o mostrar.
Fizeste-me conhecer uma pessoa tão espontânea, tão dada e tão à vontade, que eu nem queria acreditar no que sentia.
Como é que fomos perder o mundo, assim?!
Ficou perdida a esperança de algum dia sermos mais do que um simples " eu e tu".
Faltou tanta coisa da tua parte e da minha.
Embora as discussões tenham feito ver te de outra forma, o que me mais me deixou triste foi saber que tiveste-me nas mãos e mesmo assim perdeste-me.
E nisso a culpa é inteiramente tua.

Um beijo com saudades, de quem não quer voltar para ti. Nunca.

 

Eu, tu e os nossos textos 📜💕

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2 comentários

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De Tiago Sousa a 11.12.2016 às 11:11

"Talvez não tenhas errado tanto como dizes, dessa forma que falas.
Amei te sem olhar para trás, senti-te como nunca senti alguém. Respirei-te como ar puro. E posso-te ter magoado sem noção. Amar-te foi, é o melhor entre os nossos mundos. Completar-te era o conforto que me davas na alma. Ser teu é sentir me em casa.

Talvez tenhamos errado os dois. Entre tantos planos, tantas desilusões, tantas discussões. Talvez erramos ao amar de forma incerta, àquilo que julgamos um dia ser a forma mais bonita de amar... Foi o que acabou por matar, o nosso amor."


Desculpa a invasão
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De Marina Fonseca a 12.12.2016 às 21:04

Olá 'Tiago...
Li várias vezes o teu comentário e pareceu-me familiar.
Gostei da 'resposta' ao texto. Sabes, há sempre várias maneiras de ver as situações. Às vezes amamos e mesmo assim erramos com as pessoas.
Não invades nada, adorei o comentário e de certo modo tornaste o meu dia melhor!
Obrigada por estares desse lado!

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